Links
Archives
Atento
sábado, janeiro 03, 2004
PUB
Foi você que pediu Glenfidich?
Foi você que pediu Glenfidich?
quinta-feira, dezembro 18, 2003
uma mentirinha
As pessoas que vivem em sociedade encontram sempre referentes comuns.
Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer
As pessoas que vivem a mediatização da sociedade encontram sempre referências em comum.
Camöes, Luiz Vaz de - "Rimas", 1598
As pessoas que vivem em sociedade encontram sempre referentes comuns.
Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer
As pessoas que vivem a mediatização da sociedade encontram sempre referências em comum.
Camöes, Luiz Vaz de - "Rimas", 1598
terça-feira, dezembro 16, 2003
EXTRA!
Na aldeia de Polichinelo existem crianças de todos os feitios e tamanhos que acreditam em muitas coisas diferentes.
Umas acreditam no Pai Natal e outras no Menino Jesus, mas a maioria acredita nos dois.
Há ainda crianças que já conheceram o "monge" (com hábito ou sem ele) e, entre estas, existem as crianças que dizem mentiras e as que conseguem guardar um segredo bem verdadeiro.
Todas comem bolo-rei.
Ora, está visto! Polichinelo é um antropólogo. Primeiro, porque acredita no Pai e no Menino apesar de nunca os ter conhecido. E só não é gestor de uma grande fábrica de bolos-rei ou soberano da aldeia, porque não resiste a dizer uma mentirinha de vez em quando...
Na aldeia de Polichinelo existem crianças de todos os feitios e tamanhos que acreditam em muitas coisas diferentes.
Umas acreditam no Pai Natal e outras no Menino Jesus, mas a maioria acredita nos dois.
Há ainda crianças que já conheceram o "monge" (com hábito ou sem ele) e, entre estas, existem as crianças que dizem mentiras e as que conseguem guardar um segredo bem verdadeiro.
Todas comem bolo-rei.
Ora, está visto! Polichinelo é um antropólogo. Primeiro, porque acredita no Pai e no Menino apesar de nunca os ter conhecido. E só não é gestor de uma grande fábrica de bolos-rei ou soberano da aldeia, porque não resiste a dizer uma mentirinha de vez em quando...
segunda-feira, dezembro 15, 2003
Salam, Hussein
"É cómodo cortar ou coroar uma cabeça, mas, pensando bem, torna-se ridículo. Isso é acreditarmos que essa cabeça encerra em si uma causa primeira." - Paul Valéry
Esta é a oportunidade efectivada para lembrarmos a contingência-tipo-facto-social-total.
Acesso que obvia a prolixidade e admite um maneirismo para a massa encefálica das massas, despedaça-me hoje o coração.
"É cómodo cortar ou coroar uma cabeça, mas, pensando bem, torna-se ridículo. Isso é acreditarmos que essa cabeça encerra em si uma causa primeira." - Paul Valéry
Esta é a oportunidade efectivada para lembrarmos a contingência-tipo-facto-social-total.
Acesso que obvia a prolixidade e admite um maneirismo para a massa encefálica das massas, despedaça-me hoje o coração.
quinta-feira, novembro 06, 2003
Continuem a acreditar
É a afasia morosa, oculta e redentora que me demove desta escrita desapiedada.
É a afasia morosa, oculta e redentora que me demove desta escrita desapiedada.
sexta-feira, outubro 31, 2003
nada
quinta-feira, outubro 16, 2003
ab initio
"Olá! Como estás?"
- expressão corrente designativa de uma profunda desconcentração conveniente na abordagem ao outro;
- redução espacio-temporal da esfera social, movida por encontros fortuitos;
- convénio desinteressado realizado entre dois sujeitos que aspiram à resposta-tipo:
"Bem. E tu?".
:Eu também. O meu nome é polichinelo e escrevo pela primeira vez para a blogosfera.
"Olá! Como estás?"
- expressão corrente designativa de uma profunda desconcentração conveniente na abordagem ao outro;
- redução espacio-temporal da esfera social, movida por encontros fortuitos;
- convénio desinteressado realizado entre dois sujeitos que aspiram à resposta-tipo:
"Bem. E tu?".
:Eu também. O meu nome é polichinelo e escrevo pela primeira vez para a blogosfera.
Realizando a entrada!